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Encontro em Sorriso reforça a importância da saúde mental como política pública prioritária

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Em alusão ao movimento nacional Janeiro Branco, foi realizado nesta quinta-feira (22), no auditório da Faculdade Atenas, um encontro voltado à reflexão e ao fortalecimento das políticas públicas de saúde mental no município. A iniciativa reuniu o prefeito em exercício Acácio Ambrosini, além de gestores, profissionais e representantes de diversos setores para debater o cuidado integral e intersetorial em saúde mental. mediada pelo médico psiquiatra Ricardo Lugon, o encontro teve como foco central a construção de um atendimento integral e intersetorial, aprofundado a partir do tema “Efetivando Territórios de Cuidado Intersetorial para a Saúde Mental”.

A palestra conduzida pelo médico psiquiatra Ricardo Lugon teve como foco central a construção de um atendimento integral e intersetorial, aprofundado pela discussão a partir do tema “Efetivando Territórios de Cuidado Intersetorial para a Saúde Mental”.

Em sua fala, o profissional destacou que cuidar da saúde vai além do aspecto físico, reforçando que a saúde mental deve ser compreendida de forma integral, com a construção de redes de apoio que envolvam saúde, educação, assistência social e demais áreas. “É fundamental refletirmos sobre as noções de infância com as quais trabalhamos e sobre os princípios que devem guiar cada profissional ao atender crianças e adolescentes com demandas em saúde mental”, pontuou.

Lígia Souza Leite, coordenadora da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) do Município, não pôde comparecer ao evento, mas deixou uma mensagem em formato de vídeo. “A Rede de Atenção Psicossocial trabalha diariamente para garantir um cuidado em saúde mental que seja contínuo, humanizado e próximo das pessoas. Este momento de diálogo fortalece a integração entre os serviços e reafirma nosso compromisso com uma rede articulada, que acolhe, escuta e cuida de cada indivíduo em suas diferentes realidades”, frisa.

A secretária adjunta de Saúde, Ana Claudia Ferraz, ressaltou os desafios e dilemas enfrentados no cotidiano do trabalho em saúde mental. “A saúde mental é uma questão de saúde pública que não pode ser tratada de forma isolada. Precisamos de diálogo constante, integração e força coletiva para construir, juntos, ações efetivas para toda a população”, disse.

O prefeito Acácio Ambrosini encerrou as falas reforçando o compromisso da gestão. “A saúde mental precisa ser prioridade absoluta em nossas políticas. E, com a união de todos os setores, profissionais e instituições, conseguimos oferecer um cuidado mais completo e eficiente. Espero que deste encontro surjam soluções que possam fortalecer nossa rede de atenção e ampliar cada vez mais ações de prevenção e qualidade de vida para toda a população sorrisense”, finaliza.

Promovido pela Prefeitura de Sorriso, por meio da Secretaria Municipal de Saúde e da Rede de Atenção Psicossocial, o encontro teve como objetivo sensibilizar profissionais e a comunidade para a importância do cuidado emocional e da valorização da vida.

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Casos de perturbação de sossego têm leve queda em março

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Caixa de som potente e você tem certeza de que todo mundo ama a mesma música que você tá ouvindo! Volume no talo, afinal, ainda não são 22 horas. Tudo certo, então, confere? Não. Tá tudo errado e pessoas com este tipo de conduta são fortes candidatos a receberem uma visita da Guarda Municipal de Trânsito (GMT), junto com representantes da Polícia Militar (PM) e do Núcleo Integrado de Fiscalização (NIF).

“Há uma cultura estabelecida que é possível manter o som alto até as 22 horas e isso é totalmente equivocado”, explica o coordenador da GMT, Márcio Pires. Neste ano, até agora, já foram registrados 528 atendimentos a denúncias de perturbação do sossego. Janeiro foi o recordista de ocorrências, com 193 registros, sendo 179 em residências e 14 em empresas.

Já nos 28 dias de fevereiro, foram registradas 158 ocorrências, sendo 141 em residências e 17 em empresas. Em março, com 31 dias, a GMT registrou uma leve redução: 145 ocorrências, sendo 140 em residências e cinco em empresas.

O trabalho da GM é integrado ao da Polícia Militar (PM) e ao do Núcleo Integrado de Fiscalização (NIF) e tem como meta não apenas agir de maneira corretiva, mas principalmente educativa. “A perturbação do sossego pode ser tratada como crime ambiental, quando auferido por equipamento, mas também podemos atender com o Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO)”, destacou, ainda na semana passada, o comandante do 12.º Batalhão da Polícia Militar de Sorriso, tenente-coronel Jorge Almeida, complementando que os aparelhos de som são recolhidos e os casos seguem para tramitação como processo judicial.

Secretário de Segurança Pública, Trânsito e Defesa Civil (Semsep), Nerci Adriano Denardi lembrou que não é preciso que o som seja de “tremer as paredes” para que seja configurada a perturbação do sossego, nem mesmo há um horário permitido para que o barulho esteja “lá nas alturas”. Ou seja: o som passou dos limites do muro e pode ser ouvido pelos vizinhos, mesmo que seja pela manhã, por exemplo? Já é perturbação do sossego. Nestes casos, a orientação é acionar a GMT pelo 66 99668-2034.

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