Política
Comissão de Relações Internacionais amplia diálogo e agenda diplomática
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A Comissão de Relações Internacionais da Assembleia Legislativa de Mato Grosso realizou nesta quarta-feira (25) a última reunião ordinária do ano, com parecer favorável a todos os projetos apreciados. As propostas seguem agora para a primeira votação em Plenário.
O presidente da comissão, deputado Valdir Barranco (PT), destacou que 2025 foi um período marcado pela ampliação da pauta e pela consolidação da comissão como espaço de diálogo estratégico para Mato Grosso. Segundo ele, o estado mantém relações ativas com diversos países, o que reforça a necessidade de participação do Parlamento nesse cenário para fortalecer a cooperação internacional.
Barranco adiantou que, nos próximos dias, o colegiado iniciará uma agenda com consulados instalados no estado. A primeira reunião será com o Consulado de Portugal, no dia 27, seguida pelo encontro com o Consulado da França, em 1º de dezembro. Outras representações diplomáticas também deverão integrar o calendário. O objetivo é aproximar a ALMT das instituições estrangeiras, estimulando parcerias e ampliando as conexões internacionais do estado.
Entre os projetos aprovados estão:
Projeto de Lei 1474/2025
Projeto de Lei 1477/2025
Projeto de Lei 1478/2025
Projeto de Lei 1482/2025
Projeto de Lei 1484/2025
Projeto de Lei 1485/2025
Projeto de Lei 1490/2025
Os projetos tratam de temas ligados à cooperação internacional, intercâmbio cultural, desenvolvimento econômico e fortalecimento institucional — áreas consideradas estratégicas para o estado em um contexto de crescente conexão global.
A comissão é composta pelos deputados Valdir Barranco (presidente), Júlio Campos (vice-presidente), Beto Dois a Um, Dilmar Dal Bosco e Janaina Riva, que atuam como membros titulares. Também integram o colegiado, na condição de suplentes, os deputados Lúdio Cabral, Wilson Santos, Carlos Avallone, Eduardo Botelho e Juca do Guaraná.
Fonte: ALMT – MT
Política
Medeiros pede bloqueio de valores pagos por Vorcaro à esposa de ministro Alexandre de Moraes
O deputado federal José Medeiros (PL) protocolou uma representação junto a órgãos de controle pedindo o bloqueio de valores, ativos e bens pagos por Daniel Vorcaro a Viviane Barcy, esposa do ministro Alexandre de Moraes. Medeiros justifica que há fortes indícios de um esquema financeiro de grandes proporções, com risco de prejuízo bilionário aos cofres públicos, e pede investigação.
O documento foi encaminhado à Procuradoria-Geral da República (PGR), ao Tribunal de Contas da União (TCU), ao Banco Central, à Polícia Federal, à Controladoria-Geral da União (CGU), ao Ministério Público Federal (MPF) e ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), solicitando a adoção de medidas cautelares, incluindo o bloqueio de ativos e bens, além da instauração de notícias-crime.
Na representação, o parlamentar afirma que há suspeitas envolvendo movimentações financeiras consideradas atípicas entre o empresário Daniel Vorcaro e Viviane Barcy, com possível uso de estruturas complexas para ocultação de recursos e dificultar a rastreabilidade das operações. Viviane Barcy recebeu R$ 80 milhões de um contrato de R$ 129 milhões com o Banco Master, alvo de investigação por fraudes no sistema financeiro.
No pedido, Medeiros solicita que o Banco Central atue de forma imediata para rastrear movimentações, identificar contas vinculadas e monitorar transferências, inclusive internacionais, além de adotar medidas para evitar a dispersão dos recursos.
O parlamentar também pede investigação ampla sobre eventual participação de agentes públicos, destacando a necessidade de apuração por parte da PGR, inclusive em casos que envolvam autoridades com foro privilegiado.
“Diante da gravidade desses fatos, do risco de um prejuízo enorme e da possibilidade de sumirem com o patrimônio, é preciso uma atuação firme e imediata dos órgãos de controle. É necessário bloquear os valores, preservar os bens e investigar tudo a fundo, inclusive para apurar a responsabilidade de possíveis autoridades envolvidas”, afirmou.
A representação também ressalta que a demora na adoção de medidas pode comprometer a recuperação de valores e prejudicar as investigações, aumentando o risco de prejuízo ao erário.
Entre os pedidos estão o bloqueio imediato dos valores envolvidos, a indisponibilidade de bens, a abertura de investigações pela Polícia Federal e a realização de auditorias pelo TCU, além do compartilhamento de informações entre os órgãos.
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