Saúde
Mais cinco carretas da mulher começam a atender no Outubro Rosa
Saúde
O Ministério da Saúde lançou, nesta quinta-feira (23), mais uma etapa do atendimento móvel a pacientes da rede pública, com as carretas do programa Agora Tem Especialistas. Nessa etapa, cinco carretas de saúde da mulher chegam a municípios de Alagoas, do Rio Grande do Sul, Pará e Piauí, além do Distrito Federal.

No âmbito da campanha Outubro Rosa, serão ofertados consultas, exames, biópsias e diagnósticos como foco na prevenção e no diagnóstico precoce do câncer de mama e de colo do útero.
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, esteve em Ceilândia, região administrativa do Distrito Federal, para acompanhar o início desta etapa e destacou que o objetivo do programa é reduzir o tempo de espera para exames e procedimentos.
“Tudo o que as mulheres estão esperando na fila para esse atendimento, nós estamos instalando hoje na Ceilândia, em Brasília”, disse.
A expectativa é que, nos próximos 30 dias, cerca de 1,5 mil mulheres sejam atendidas no estacionamento do Hospital Regional de Ceilândia, onde foi estacionada a unidade. A marcação das consultas e o encaminhamento dos pacientes fica a cargo das secretarias de saúde dos estados e municípios onde estão localizadas as carretas.
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Nesta sexta-feira (24), as outras quatro unidades chegam a Arapiraca (AL), Abaetuba (PA), Floriano (PI) e Pelota (RS).
No total, 28 carretas estarão operando em 22 unidades federativas de todas as regiões do país por, no mínimo, 30 dias até que sejam deslocadas para outras cidades brasileiras. A meta do programa é de alcançar 150 unidades móveis em circulação até 2026.
A previsão do Outubro Rosa é que mais de 42 mil pacientes da rede pública sejam recebidos nessas unidades móveis de saúde, com toda a estrutura de equipamentos, insumos e equipes multiprofissionais para a realização de cerca de 130 mil procedimentos. O investimento para as ações da campanha é quase R$ 19 milhões.
Desde as duas primeiras semanas de outubro, as carretas do programa Agora Tem Especialistas já atendem a população em: Humaitá (AM), Rio Branco (AC), Macapá (AP), Paulo Afonso (BA), Imperatriz (MA), Juiz de Fora (MG), Diamantina (MG), Campo Grande (MS), Lagarto (SE), Registro (SP), Palmas (TO), Senhor do Bonfim (BA), Japeri (RJ), Garanhuns (PE), Goiânia (GO), Russas (CE), Juazeiro do Norte (CE), Campina Grande (PB), Patos (PB), Arapongas (PR) e Porto Velho (RO).
Para prevenção e diagnóstico de câncer de mama, as carretas oferecem mamografia e ultrassonografia mamária bilateral; punção de mama por agulha grossa; biópsia/exérese de nódulo de mama; e exame anatomopatológico de mama. Já os procedimentos para rastreamento de câncer de colo do útero incluem colposcopia; biópsias e exames anatomopatológicos; procedimentos terapêuticos; entre outros. E para a saúde ginecológica de modo geral, as mulheres têm à disposição ultrassonografia transvaginal e pélvica.
Saúde
Instituições preparam orientações para reforçar pesquisas sobre vapes
O Instituto Nacional de Câncer (Inca), a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e outras instituições de pesquisa trabalham em uma carta conjunta com recomendações e orientações para estudos sobre dispositivos eletrônicos para fumar (DEF), como cigarros eletrônicos, vapes e similares.

O documento será assinado pelo diretor-geral do Inca, Roberto Gil, pela vice-presidente adjunta de Ambiente, Atenção e Promoção da Saúde da Fiocruz, Patricia Canto, e por representantes de universidades e instituições de pesquisa de todo o país.
As diretrizes foram debatidas nesta terça (14) e quarta-feira (15) no seminário Construindo uma Agenda de Pesquisa Prioritária sobre Dispositivos Eletrônicos para Fumar para o Brasil, no Rio de Janeiro.
Os pesquisadores partiram de um levantamento, realizado entre 2019 e março de 2025, que identificou 59 estudos sobre os impactos dos DEFs na literatura científica nacional.
As pesquisas analisadas abordam desde os danos à saúde humana até dados epidemiológicos sobre experimentação e uso, além de aspectos regulatórios e de políticas públicas.
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O diretor-geral do Inca afirmou que o seminário representou um esforço coletivo para identificar lacunas e prioridades de pesquisa sobre esses dispositivos.
“Queremos fortalecer a base científica que orienta as políticas públicas e ampliar a capacidade de resposta do País a esse desafio, que representa uma ameaça à saúde da população brasileira, sobretudo das novas gerações”, destacou Roberto Gil.
Pesquisadora e coordenadora substituta do Centro de Estudos sobre Tabaco e Saúde (Cetab/Fiocruz), Ana Paula Natividade disse que o encontro buscou organizar o conhecimento existente e apontar caminhos para novas investigações que fortaleçam a saúde pública.
“O avanço acelerado desses produtos e das estratégias da indústria do tabaco exige respostas científicas igualmente rápidas e coordenadas”.
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