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Inaugurada a Casa Aconchego

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O local será um espaço especial dedicado ao cuidado e acolhimento de mulheres sorrisenses

“Essa será a casa das mulheres sorrisenses”. A fala, cheia de carinho e afeto, é da primeira-dama e gestora da Secretaria da Mulher e da Família (Semfa), Mara Fernandes, ao inaugurar a Casa Aconchego nesta manhã, 05 de novembro. Situada na área central, na Avenida Curitiba, o local passa a abrigar em um único espaço vários serviços destinados às mulheres e famílias sorrisenses. O local também será o novo lar da Semfa. “É com o coração cheio de alegria e gratidão que inauguramos esse espaço hoje”, reforça a gestora.

Mara Fernandes, pontua que a Casa Aconchego intensificará a oferta de serviços psicoterapêuticos, promoção à saúde, promoção ao bem-estar e qualidade de vida com programas, projetos e atividades voltados exclusivamente a mulheres do município Sorriso e, proporcionando o empoderamento feminino e a autossuficiência através da proteção social. “Teremos também um curso de culinária que terá início no dia 17 de novembro, será um curso de fabricação de panetone”, anunciou.

Também presente na inauguração a desembargadora do Tribunal de Justiça do Mato Grosso (TJMT), Maria Erotides Kneip, falou sobre a felicidade em participar da inauguração. “Para mim, em especial, essa é a visita à Sorriso que me deixou mais feliz. Vim para a abertura da Casa Aconchego, uma casa especial que será a casa que essas mulheres vítimas de violência perderam. Aqui, elas terão um novo lar, uma nova oportunidade, terão o aconchego que não receberam em suas casas”, pontuou ao lembrar que cerca de 80% das situações de violência contra a mulher, infelizmente, ocorre dentro de casa.

A juíza da Vara da Infância e Juventude de Sorriso, Emanuelle Chiaradia Navarro Mano, destacou que o trabalho do Executivo sorrisense. “Quando a gestão anunciou a criação da Secretaria da Mulher e da Família deu um passo importantíssimo no cuidado com a mulher sorrisense”, frisou.

Para o presidente da Câmara, vereador Rodrigo Materazzi, a Casa Aconchego exercerá um papel fundamental no cuidado com as vítimas de violência e também no apoio de mães atípicas. “Todas serão amparadas”, disse.

Já o prefeito Alei Fernandes desejou que a Casa Aconchego seja um verdadeiro símbolo de recomeço. “Um ponto de apoio para as mulheres que buscam ajuda e também um local onde, por meio, dos cursos possam encontrar uma nova profissão. Aqui, terão amparo voltado à saúde mental”, destacou. Posição enfatizada também pelo vice-prefeito, Acácio Ambrosini qque desejou um bom trabalho a todos os envolvidos no projeto de acolher com amor.

A Casa Aconchego foi reformada e adequada ao atendimento com o apoio de uma emenda impositiva do vereador Wanderley Paulo no valor de R$ 420 mil. “Fico feliz em participar de alguma forma desse projeto tão especial”, pontuou o vereador.

Dentre os destaques do atendimento da Casa Aconchego está a oferta de acolhimento em serviços de referência e atendimento humanizado às mulheres em situação de violência; o espaço de escuta qualificada e privacidade durante o atendimento, para propiciar ambiente de confiança e respeito às mulheres; oferta de informação prévia às mulheres e a inserção das mulheres em situação de violência nos programas oferecidos pelo centro de atendimento, de forma a fomentar sua independência e garantir sua autonomia econômica e financeira e o acesso a seus direitos. “Também teremos a partir de agora o Ser Família que é um programa do Governo do Estado inserido na Semfa”, detalhou Mara.

“A Casa Aconchego é voltada justamente a atender quem mais necessita. Mas ressaltamos sempre que estamos abertos a atender toda a nossa comunidade, pois essa á a função essencial da Secretaria da Mulher e da Família: acolher mulheres e famílias sorrisense”, completa a secretária.

Também participaram da inauguração a presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), seccional de Sorriso, Carla Guerra; as vereadoras Silvana Perin e Jane Delalibera, os vereadores Brendo Braga e Diogo Kriguer; o pároco Valdir Kock; a secretária de Planejamento Urbano e Habitação de Sinop e presidente da Associação Para Desenvolvimento Social dos Municípios de Mato Grosso (APDM) Scheila Pedroso da Silva e demais autoridades locais. A Casa Aconchego, vale lembrar, foi instituída pela Lei Municipal 3.685 de 20 de maio de 2025.

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Casos de perturbação de sossego têm leve queda em março

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Caixa de som potente e você tem certeza de que todo mundo ama a mesma música que você tá ouvindo! Volume no talo, afinal, ainda não são 22 horas. Tudo certo, então, confere? Não. Tá tudo errado e pessoas com este tipo de conduta são fortes candidatos a receberem uma visita da Guarda Municipal de Trânsito (GMT), junto com representantes da Polícia Militar (PM) e do Núcleo Integrado de Fiscalização (NIF).

“Há uma cultura estabelecida que é possível manter o som alto até as 22 horas e isso é totalmente equivocado”, explica o coordenador da GMT, Márcio Pires. Neste ano, até agora, já foram registrados 528 atendimentos a denúncias de perturbação do sossego. Janeiro foi o recordista de ocorrências, com 193 registros, sendo 179 em residências e 14 em empresas.

Já nos 28 dias de fevereiro, foram registradas 158 ocorrências, sendo 141 em residências e 17 em empresas. Em março, com 31 dias, a GMT registrou uma leve redução: 145 ocorrências, sendo 140 em residências e cinco em empresas.

O trabalho da GM é integrado ao da Polícia Militar (PM) e ao do Núcleo Integrado de Fiscalização (NIF) e tem como meta não apenas agir de maneira corretiva, mas principalmente educativa. “A perturbação do sossego pode ser tratada como crime ambiental, quando auferido por equipamento, mas também podemos atender com o Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO)”, destacou, ainda na semana passada, o comandante do 12.º Batalhão da Polícia Militar de Sorriso, tenente-coronel Jorge Almeida, complementando que os aparelhos de som são recolhidos e os casos seguem para tramitação como processo judicial.

Secretário de Segurança Pública, Trânsito e Defesa Civil (Semsep), Nerci Adriano Denardi lembrou que não é preciso que o som seja de “tremer as paredes” para que seja configurada a perturbação do sossego, nem mesmo há um horário permitido para que o barulho esteja “lá nas alturas”. Ou seja: o som passou dos limites do muro e pode ser ouvido pelos vizinhos, mesmo que seja pela manhã, por exemplo? Já é perturbação do sossego. Nestes casos, a orientação é acionar a GMT pelo 66 99668-2034.

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