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Começa em Manaus o 27º Festival Amazonas de Ópera

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Começa neste fim de semana em Manaus, mais uma edição do Festival Amazonas de Ópera. O evento, que chega a sua 27ª edição e é considerado o maior festival do gênero na América Latina, terá programação em vários palcos culturais da capital amazonense até o dia 31 de maio.

Os espetáculos, que reúnem artistas brasileiros e do exterior, vão se concentrar no Teatro Amazonas, no Instituto Cultural Brasil–Estados Unidos de Manaus e no Centro Cultural Palácio da Justiça.

A abertura acontece neste domingo, a partir das sete da noite, com trechos da ópera Turandot, de Giacomo Puccini, em comemoração ao centenário de estreia da obra. A apresentação reúne solistas, Coral do Amazonas e Amazonas Filarmônica, sob regência do maestro Luiz Fernando Malheiro.

Outro destaque da programação é a ópera Salvator Rosa, de Carlos Gomes, que será apresentada nos dias 15, 17 e 19 de maio, no Teatro Amazonas. A montagem é resultado de uma coprodução inédita entre o Festival Amazonas de Ópera, o Theatro Municipal do Rio de Janeiro e o Instituto Música Brasilis.

O Festival ainda conta com o espetáculo Amor de Poeta, Amor em Lágrimas, que reúne obras de Schumann e Cláudio Santoro em nova versão para a Orquestra de Câmara do Amazonas.

Além destas três encenações, haverá outros espetáculos, totalizando 13 apresentações artísticas. A programação completa está disponível no instagram @festivalamazonasdeopera.

*Com sonoplastia de Jailton Sodré




Fonte: EBC Cultura

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Mostra reúne obras de egressos dos sistemas prisional e socioeducativo

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Vinte e sete egressos dos sistemas prisional e socioeducativo e familiares assinam trabalhos na exposição, “Coexistir Habitar”, em cartaz num espaço de arte contemporânea, instalado em imponente casarão do século 19, no centro histórico da cidade do Rio de Janeiro.

A mostra no Largo das Artes é resultado de curso realizado no Museu da Vida Fiocruz, que trabalhou o projeto como ferramenta de escuta e reconstrução de trajetórias.

Segundo o curador Jean Carlos Azuos, a iniciativa coloca a arte como um direito de todos…

“Antes de ser apenas um espaço de exposição, ele afirma o fazer artístico como um direito. Produzir arte não é privilégio, é possibilidade legítima de existência. Quando essas obras ganham visibilidade, algo se transforma, muda o reconhecimento do público, muda também a forma como esses artistas passam a ser vistos por suas famílias, suas redes de afeto. Se antes havia um estigma, agora há reconhecimento. A exposição inverte essa lógica e nos convida a celebrar essas potências que são essas pessoas”.

Jean Carlos fala também sobre as escolhas temáticas da exposição…

“A mostra é atravessada por uma relação intensa entre a arte e vida. As obras abordam a espiritualidade, cotidiano, relações familiares, experiências de trabalho e a presença de corpos negros periféricos na cidade, em linguagens diversas, como pintura, vídeo, escultura e instalação. É possível compreender aspectos dessas realidades por meio dos trabalhos, mas a exposição não se limita à narrativa da privação da liberdade. Não há compromisso exclusivo com a denúncia, mas com a criação. São produções esteticamente consistentes, que poderiam ocupar qualquer museu ou galeria no país”.

Ao ocupar o Largo das Artes, sede de projetos artísticos de vários países, a mostra também cria um encontro simbólico entre territórios historicamente marginalizados e o circuito cultural tradicional carioca. O curador reforça essa importância..

“Estar no circuito cultural tradicional é um gesto de reposicionamento. Insere essas produções no debate público e tenciona o próprio sistema das artes. A exposição afirma que esses artistas não se reduzem a um episódio de suas biografias, mas pelo contrário, são sujeitos múltiplos, criadores livres no exercício do fazer”.

Além da mostra, o projeto conta com atrações variadas, como detalha Jean Carlos.

“A programação prevê encontros com artistas, rodas de conversa e ações mediadas por educadores, interlocutores, a exposição se desdobra em atividades artístico-pedagógicas ao longo de todo o período em cartaz, ampliando assim o diálogo com os diferentes públicos. É, não é apenas só a mostra, é um espaço contínuo de troca, de reflexão, de partilha”.

A exposição “Coexistir Habitar” tem entrada gratuita, com visitação até 25 de abril, de terça a sábado, das 10h às 17h. Anote o endereço: Rua Luís de Camões, região central da cidade. 


Fonte: EBC Cultura

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